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Minha paixão é jogos. Faço analises que talvez chamem sua atenção.
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Resident Evil Requiem
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Diablo® IV
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已运行 40 小时
RESIDENT EVIL REQUIEM

RESUMO
Recomendo principalmente para quem, assim como eu, ama a franquia. Tem muitos momentos legais, várias referências para fãs antigos e um feeling muito gostoso de jogar. Não é perfeito, mas ainda assim é uma experiência bem legal.

ANÁLISE COMPLETA

SINOPSE
Grace Ashcroft investiga mortes ligadas a um hotel abandonado e à Umbrella, cruzando o caminho de Victor Gideon e seus experimentos com Elpis, enquanto Leon retorna e se envolve em um novo caso de bioterrorismo. As duas histórias se conectam ao longo da campanha.

GERAL
Resident Evil Requiem é o jogo mais gráfico da franquia quando o assunto é sangue. O jogo mostra a brutalidade sem medo: corpos sendo destruídos, inimigos sendo dilacerados e animações de combate bem viscerais. Tudo é apresentado com muito detalhe, e pessoalmente eu gostei bastante dessa decisão de não suavizar essas cenas. Essa falta de filtro ajuda muito a reforçar o clima de horror e sobrevivência, deixando os confrontos mais impactantes.

A otimização também está muito boa. Durante toda a campanha não tive problemas relevantes de desempenho.

O fator replay é bom para quem quer apenas reviver a experiência, mas é fraco para quem busca desafio. Falta aquela dificuldade progressiva ou mecânicas novas que incentivem o jogador.

A dublagem é insana, principalmente a da Grace, as reações dela ao se deparar com certas situações soam tão naturais que chega a ser até bizarro de tão convincente. A do Leon também está perfeita, e mesmo não tendo tantas piadinhas quanto em outros jogos, as que aparecem fazem sentido e não destoam do tom da história.

O jogo segue a base da jogabilidade: exploração, gerenciamento de recursos, combate em terceira pessoa e backtracking. Tudo isso está presente aqui e funciona muito bem. Em certos cenários senti até uma leve inspiração no clima e na construção de tensão de The Evil Within.

Infelizmente, o terror do jogo se concentra mais na primeira metade da campanha, onde a urgência e a tensão funcionam muito bem. Há também um pequeno momento perto do final que resgata um pouco dessa atmosfera. A parte do Leon poderia ter tido um pouco menos de ação.

O modo padrão (clássico) é mais fácil do que eu esperava. Ainda mais considerando que ele é apresentado como algo próximo dos jogos antigos da franquia. Senti que poderia ser um pouco mais desafiador. Já no modo Insano, para quem realmente gosta de desafio, o jogo fica muito mais tenso e exigente, entregando uma experiência bem mais punitiva do que a dificuldade padrão.

HISTÓRIA
A história é... tem alguns momentos legais. Victor Gideon, o vilão principal, tem um design muito bom e uma presença marcante nas cenas. Mas infelizmente as motivações dele são fracas. O problema é que o jogo não aprofunda muito, então falta entender melhor o que realmente levou ele até esse ponto.

Gostei do final canônico. Mas o bad ending é o que mais me chamou atenção: a ideia da Capcom matar um ícone como o Leon de forma simples e seco, mostra maturidade. Ele morre fazendo algo bom, como mais um qualquer e, isso pra mim, é poderoso. Mas achei que poderiam ter dado mais atenção a esse final.

TRILHA SONORA
A trilha sonora desse jogo é maravilhosa. Um destaque especial vai para quando você está explorando Raccoon City. A trilha nessa parte é simplesmente uma delícia de ouvir.

GAMEPLAY
Com um destaque enorme pro Parry que está bem fácil de executar e ficou ótimo. Torna o jogo mais acessível. O backtracking é bom, graças a um level design excelente e atalhos muito bem pensados.

A troca entre personagens é um dos grandes acertos: Grace é novata em combate e investigação, tem menos espaço no inventário e uma gameplay mais lenta e tensa. Leon tem inventário maior, é mais rápido, mais agressivo e tem mais momentos de ação. Há um bom equilíbrio entre os dois.

Uma recomendação para a primeira jogada é manter o tipo de visão padrão: primeira pessoa com a Grace e terceira pessoa com o Leon. Esse contraste funciona muito bem, Grace fica mais tensa e claustrofóbica, enquanto Leon traz mais controle no combate. As finalizações do Leon também são muito satisfatórias: têm bastante impacto, deixam o combate mais dinâmico e são visualmente brutais.

PUZZLES
O jogo praticamente não tem puzzles. Se eu tivesse que citar um momento que realmente se aproxima disso, seria a parte do Porão. É um dos poucos momentos em que o jogo realmente faz o jogador parar um pouco, observar o ambiente e pensar no que fazer. Não é à toa que essa acabou sendo uma das minhas partes favoritas do jogo.

Eu realmente gostaria que o jogo tivesse sido mais sutil e exigisse mais raciocínio.

INIMIGOS
A variedade de inimigos é um dos pontos altos. Até chegar em Raccoon City, o jogo não repete nenhum, mantendo cada um único. O que realmente impressiona é que eles possuem comportamentos característicos e chegam a falar, o que pode gerar duvidas. Quando você descobre o motivo por trás dessas falas e trejeitos, tudo faz sentido, é uma sacada narrativa genial.

Porém, uma coisa que eu senti em alguns momentos é que os inimigos são um pouco fáceis demais de evitar. Não estou falando do combate em si, porque lutar contra eles ainda pode ser bem punitivo caso você vacile. O ponto é que, em várias áreas, é bem fácil simplesmente passar sem ser detectado. Ainda assim, os encontros continuam interessantes e ajudam a manter o ritmo da exploração.

Senti que a perseguidora tinha muito mais potencial do que o jogo realmente utiliza. A presença dela é interessante e cria alguns momentos de tensão, mas acaba sendo pouco explorada. Em várias partes parece que ela poderia ter sido usada de forma mais constante ou imprevisível para manter a pressão no jogador. No fim, fica a sensação de que foi uma ideia muito boa que não foi aproveitada ao máximo.

Sobre os chefes, o jogo apresenta cerca de 7 batalhas importantes ao longo da campanha. Porém, pra mim só duas realmente passam aquela sensação de boss fight de verdade: um encontro em Raccoon City e a luta contra Victor Gideon. São os únicos momentos em que senti aquela vibe de confronto contra um chefe, mas Infelizmente a luta final é bem fraca. Existe ainda uma luta no último mapa que é divertida, mas infelizmente acaba muito rápido. Abraços para o Comandante!

Existem ainda mais dois encontros, mas eu acabo desconsiderando porque são totalmente opcionais. No restante, os outros “chefes” funcionam mais como mini-chefes ou obstáculos de progressão do que como batalhas de chefe propriamente ditas.

FASES
Explorar os mapas foi um dos pontos altos pra mim. O Hotel Wrenwood e as ruas de Elbridge são curtos, mas lindos e marcantes. Rhodes Hill e Raccoon City são maravilhosos, um verdadeiro sonho para qualquer fã da franquia.

Ao mesmo tempo, senti que Raccoon City poderia ter sido bem mais explorada, principalmente a delegacia RPD, que acaba aparecendo menos do que poderia. Dá a impressão de que, em alguns momentos, o jogo prefere se apoiar mais no fan service do que realmente aprofundar esses lugares icônicos.

O Orfanato é simples e curto, mas entrega boa tensão. Já o ARK, último mapa do jogo, é mais linear, mas tem a duração certa até o final da campanha.

CONQUISTAS
Fazer 100% parece ser um dos mais tranquilos da franquia. Não existem conquistas impossíveis, o que torna o 100% bem mais confortável de buscar. Atualmente estou no modo Insano e, finalmente, o jogo está entregando o desafio que eu buscava.

CONCLUSÃO
Resident Evil Requiem é um bom jogo que talvez se apoie até demais em fan service, às vezes até um pouco forçado. Não é perfeito: peca em puzzles e em chefes realmente marcantes, mas compensa com um com level design e uma gameplay que flui muito bem.

Para fãs da franquia, vale a pena pegar em uma promoção. No fim das contas, é uma experiência sólida que provavelmente vai agradar quem gosta de Resident Evil.
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已运行 165 小时
DIABLO IV

RESUMO
Deem chance. Diablo 4 é uma experiência mista que tem muito a oferecer, mas não sem seus desafios. Aos poucos, o jogo está trazendo aspectos de Diablo 3 de volta, com um combate um pouco mais lento. O mundo online compartilhado é muito interessante por conta dos eventos dinâmicos. No entanto, mesmo para jogadores de longa data, hardcores, eu recomendaria comprar o jogo apenas quando estiver em promoção ou se tiver dinheiro sobrando, dado os altos preços praticados.

Por um lado, Diablo 4 apresenta gráficos impressionantes, uma história envolvente e jogabilidade suave. No entanto, a falta de conteúdo significativo fora das microtransações, bugs persistentes e falta de otimização podem ser um grande obstáculo. Ainda assim, existem momentos memoráveis ​​​​e divertidos para quem deseja explorar e mergulhar no mundo de Santuário.

Recomendo o jogo, mas esteja ciente dos altos preços, microtransações agressivas e problemas de otimização que ainda precisam ser resolvidos.

ANÁLISE COMPLETA

SINOPSE
Em Diablo IV, a história se passa no sombrio e devastado mundo de Santuário, alguns anos após os eventos de Diablo III: Reaper of Souls. Após a queda de Malthael, o Anjo da Morte, a paz temporária se desfaz com o retorno de uma antiga e poderosa ameaça: Lilith, filha do Ódio, é libertada de seu exílio.

Lilith, conhecida como a Mãe de Santuário, busca dominar o mundo humano, trazendo caos e destruição. Sua presença desencadeia uma nova onda de corrupção, onde demônios e forças malignas infestam o mundo, espalhando terror e devastação.

GERAL
Diablo 4 é um ARPG com atmosfera sombria e jogabilidade refinada, equilibrando exploração e combate contra hordas de inimigos. Embora o sistema de loot seja satisfatório, há necessidade de melhor equilíbrio. A falta de variedade nas classes e a necessidade de mais personalização são notáveis. Eventos mundiais e combate são envolventes, mas o jogo é prejudicado por bugs e problemas de desempenho. O alto preço e as microtransações agressivas são grandes pontos negativos.

Um aspecto que merece menção é o PvP de Diablo IV. Embora seja uma adição interessante e tenha seus momentos divertidos, não é algo que realmente me chama tanta atenção. O combate PvP, apesar de bem executado, não tem a mesma profundidade ou atração que a rica narrativa e o vasto mundo PvE proporcionam. Para mim, o coração do jogo ainda reside na história e na exploração de Santuário.

HISTÓRIA
Como fã de longa data da série Diablo, mergulhar na história de Diablo IV foi uma experiência imersiva e gratificante. Desde o momento em que Lilith é ressuscitada, a narrativa me capturou com sua profundidade e intensidade sombria. A volta às raízes góticas e tenebrosas de Santuário trouxe uma sensação de nostalgia e renovação ao mesmo tempo.

Lilith, como antagonista principal, é uma personagem fascinante. Sua motivação vai além do simples desejo de destruição; ela é complexa, movida por uma mistura de ambição, vingança e um amor distorcido por sua criação. Isso adiciona uma profundidade rara em vilões de jogos de RPG de ação. A presença dela em Santuário desencadeia uma série de eventos que me mantiveram constantemente envolvido e intrigado sobre os próximos passos da trama.

TRILHA SONORA
A trilha sonora de Diablo IV é simplesmente INCRÍVEL. Parece ter sido cuidadosamente composta para capturar a essência sombria e épica do jogo. Desde as músicas melancólicas que acompanham a exploração de Santuário até as batidas intensas das batalhas contra chefes, cada peça musical adiciona uma camada de emoção e profundidade ao jogo. A trilha sonora não apenas complementa a atmosfera do jogo, mas a eleva a um novo patamar, tornando cada momento mais imersivo e impactante.

É uma daquelas trilhas sonoras que você quer ouvir repetidamente, mesmo fora do contexto do jogo. Diablo IV realmente acertou em cheio na criação de uma trilha sonora memorável e envolvente.

GAMEPLAY
A jogabilidade de Diablo 4 é fluida e responsiva, com um sistema de combate que é tanto estratégico quanto visceral. No entanto, a otimização do jogo ainda precisa de melhorias significativas. Mesmo em sistemas de ponta, os jogadores experimentam quedas de FPS e outros problemas de desempenho. Além disso, a conectividade online pode ser problemática, com lags e crashes frequentes que afetam negativamente a experiência.

Os sistemas de progressão e loot são robustos, mas há um consenso de que o jogo precisa de mais conteúdo para manter os jogadores engajados a longo prazo. A introdução de novas temporadas e eventos pode ajudar a mitigar isso, mas a base atual ainda é considerada insuficiente por muitos.

CLASSES
As classes são diversificadas, mas falta variedade nas habilidades. Mais habilidades poderiam ser adicionadas através da árvore de habilidades ou temperas e aspectos. A saudosa "Saraivada" do Caçador de Demônios de Diablo 3 é um exemplo de habilidade que sinto falta. O balanceamento das classes precisa de melhorias para tornar todas satisfatórias no endgame.

INIMIGOS
A variedade de inimigos em Diablo IV é impressionante. Desde os demônios menores até os seres mais grotescos, cada inimigo apresenta desafios únicos e mantém o combate sempre interessante. Lilith, com sua presença ameaçadora e habilidades devastadoras, é um destaque notável. Duriel, o Lorde da Dor, também retorna de forma grandiosa, trazendo uma sensação de nostalgia e temor para os veteranos da série. Enfrentar esses vilões icônicos foi uma experiência emocionante e desafiadora.

Além disso, os chefes de mundo em Diablo IV são espetaculares. Essas batalhas massivas contra inimigos titânicos não só são visualmente impressionantes, mas também exigem coordenação e estratégia por parte dos jogadores. É verdade que, atualmente, esses chefes de mundo são derrotados rapidamente devido à força coletiva dos jogadores, mas ainda assim, é muito bom ver todos os players unidos, colaborando e lutando juntos contra um inimigo colossal. Esses momentos de união e camaradagem criam uma sensação de comunidade e realização que é difícil de igualar.

FASES
A exploração do vasto mundo aberto de Santuário foi um dos pontos altos para mim. Cada região, desde desertos áridos até florestas sombrias e cidades arruinadas, contribui para a atmosfera opressiva e desoladora da narrativa. A ambientação rica e detalhada realmente ajudou a contar a história de um mundo à beira da destruição.
Particularmente, as fases do Inferno se destacam. A representação deste local é incrivelmente linda e visceral, capturando perfeitamente a essência de um lugar de tormento eterno. De dor.. Ver as pobres almas sofrendo e gemendo de dor ficou muito bem encaixado na narrativa, adicionando uma camada de horror e desespero que intensifica a urgência da missão dos heróis.

CONQUISTAS
Diablo 4 possui uma série de conquistas que incentivam a exploração e a experimentação. No entanto, a falta de um endgame robusto pode fazer com que muitos jogadores percam o interesse antes de completarem todas as conquistas.

CONCLUSÃO
Diablo 4 tem muito potencial, mas atualmente está prejudicado por uma série de problemas. A Blizzard precisa abordar os bugs persistentes, melhorar a otimização e oferecer mais conteúdo não relacionado a microtransações para justificar o preço elevado. Para jogadores casuais e aqueles que são novos na franquia, há diversão a ser encontrada. Para os veteranos e jogadores hardcore, no entanto, é melhor esperar por melhorias futuras ou uma promoção significativa antes de investir no jogo.

Mesmo com suas falhas, Diablo 4 oferece momentos de pura diversão e uma experiência que pode melhorar com o tempo. O futuro do jogo depende das atualizações e do suporte contínuo da Blizzard para atender às expectativas da comunidade.
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