安装 Steam
登录
|
语言
繁體中文(繁体中文)
日本語(日语)
한국어(韩语)
ไทย(泰语)
български(保加利亚语)
Čeština(捷克语)
Dansk(丹麦语)
Deutsch(德语)
English(英语)
Español-España(西班牙语 - 西班牙)
Español - Latinoamérica(西班牙语 - 拉丁美洲)
Ελληνικά(希腊语)
Français(法语)
Italiano(意大利语)
Bahasa Indonesia(印度尼西亚语)
Magyar(匈牙利语)
Nederlands(荷兰语)
Norsk(挪威语)
Polski(波兰语)
Português(葡萄牙语 - 葡萄牙)
Português-Brasil(葡萄牙语 - 巴西)
Română(罗马尼亚语)
Русский(俄语)
Suomi(芬兰语)
Svenska(瑞典语)
Türkçe(土耳其语)
Tiếng Việt(越南语)
Українська(乌克兰语)
报告翻译问题

Parana, Brazil



⠀⢠⣾⠟⠉⠀⠀⠀⠀⠀⠈⠻⣷⡄⠀
⢠⣿⠃⠀⣴⣶⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠈⢿⡆
⣼⡇⠀⠀⣿⣿⠁⠀⠀⠀⠀⠀⠀⢸⣿
⢻⡇⠀⠀⠈⢻⣦⣀⢀⣤⣄⠀⠀⢸⣿
⠘⣿⡄⠀⠀⠀⠈⠻⠿⣿⠿⠀⢀⣾⠇
⠀⣿⠃⣀⡀⠀⠀⠀⠀⠀⢀⣴⡿⠃⠀
⣸⠿⠟⠛⠻⠿⣶⣶⣶⠿⠟⠋⠀
≽(•⩊ •マ≼
Anfangen ist leicht, beharren eine Kunst
Igor, sempre pronto para o sarcasmo, não perdeu a oportunidade de pontuar a bizarrice da situação.
— Se fosse cesta básica do Halloween, ia ficar bom, viu!
Carlos, rindo pelo nariz, reforçou o absurdo do cenário:
— Cesta básica de natal..
Mas Happy parecia estar em um transe nostálgico, quase convencido de que aquele item era um padrão universal de caridade natalina.
— Sempre vem um saguzinho!
Foi quando a voz de Vitinho cortou a conversa, carregada de um estranhamento genuíno e ácido.
— Cara, por que você tá ganhando cesta básica, seu mendingo?
Carlos, sempre confuso, ainda não entendeu o assunto por inteiro:
— Vem o quê? Qual que é o nome do bagulho?
— Sagu! — respondeu Happy, prontamente.
— SABUGO???? — rebateu Carlos, ainda desordenado na conversa
— Saguuuu! — insistiu Happy, tentando desesperadamente manter a dignidade do seu relato.
O ambiente foi subitamente inundado por uma onda de gargalhadas que reverberou pelas ecos. Entre os suspiros de quem perdia o fôlego, Vitinho insistiu no ponto que mais o intrigava:
— Por que você ganha cesta básica?
Happy, em um misto de confusão e defensividade, rebateu com uma pergunta que soou como um axioma em sua mente:
— NUM VEM?
A resposta foi o estopim para que Igor soltasse uma risada altíssima, estridente e cortada pela supressão de ruído, que logo foi acompanhada pelo restante do grupo em um coro de escárnio fraternal. O ar parecia faltar no recinto.
Ainda em dúvida, sentindo a realidade vacilar sob o peso do deboche alheio, Happy buscou uma validação que não viria.
— Não vem um pacotinho de sagu? Numa cesta básica? De natal? Ou eu tô brisado?
— Tá brisado! — sentenciou Igor, sem qualquer piedade, aproveitando o momento para intensificar o caos.
Carlos, sentindo o perigo de ser repreendido pelo barulho, sussurrou entre dentes:
— Ann, eu não posso rir alto!
Mas Happy já estava longe demais em suas associações mentais. Ele tateava o vácuo em busca de um nome, de uma lembrança que fizesse sentido naquele emaranhado de doces e cestas natalinas.
— Vem... vem um sagu, vem aquele doce lá... qual que é o nome, véi? Marrone?
O silêncio que se seguiu foi breve, apenas o tempo necessário para que Vitinho desferisse o golpe final com uma naturalidade cortante:
— E o Bruno?